São uma das bandas de maior culto no mundo da música extrema
e neste momento a sua música de extremo não tem nada por incrível que pareça, a
sonoridade geral dos Ulver é complicada de catalogar, caso seja preciso,
ficamo-nos só por banda experimental.
Com início de carreira caracterizado por uma sonoridade
dentro do Black Metal, os Ulver tem vindo numa demandada surpreendente de sons
de álbum para álbum desde música avant-garde presente no registo duplo Themes
From William Blake's The Marriage Of Heaven And Hell, passando pela eletrónica
no sublime Perdition City, tendo viajado no mundo do trip-hop na banda sonora
do filme Svidd Neger e no mundo do experimental no registo Blood Inside,
culminando na música ambiente presente no brilhante Shadows Of The Sun.
Ulver que são liderados pelo mestre Kristoffer
"Garm" Rygg, que para quem não sabe tem sido uma figura única no
panorama musical, já pertenceu aos Borknagar e Arcturus, tem um projecto a
meias com o multi-instrumentista português Daniel Cardoso intitulado de Head
Control System, já teve participações em alguns álbuns das bandas Dimmu Borgir,
Ihsahn, The Gathering e Sunn O))), e também já produziu dezenas de registos dos
mais variados artistas.
War Of The Roses é a continuação do trabalho de uma banda a
querer destacar-se de tudo o resto que se faça no mundo, musicas como “February
MMX” e “Providence” são alguns dos destaque deste grande conjunto de músicas
presentes em mais um grande trabalho desta brilhante combinação de músicos
exemplares.
Ulver neste momento não é metal, aliás, Ulver neste momento não
é um género de música específico, Ulver é arte, arte que merece e deve ser
apreciada e ao contrario de quase todas as bandas ou artistas, seja de que
estilo for, os Ulver são uma banda mutante, não se ficam por um só estilo e
mesmo fazendo isso conseguem manter uma qualidade única nos seus trabalhos,
querem alguma banda para venerar? apresento-vos os Ulver. 9.4
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