segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Crippled Black Phoenix, os novos Pink Floyd

O último registo dos Crippled Black Phoenix lançado no último ano foi uma das muitas pérolas que ficou de parte de muitas listas de melhores do ano, Rock Progressivo com claras influências dos mestres Pink Floyd.

Estar a comparar Crippled Black Phoenix com Pink Floyd é uma comparação absurda logicamente, mas ao olharmos para o trabalho que estes Britanicos têm feito desde 2004 é impossível não se notar as muitas semelhanças de sonoridade entre bandas, então neste último registo, “I, Vigilante” as parecenças são mais que muitas.

Assim que a musica “Troublemaker” começa e logo que entra a voz os mais entendedores vão logo pensar ‘isto são músicas que os Pink FLoyd guardaram durante anos e decidiram lançar agora mas com outro nome’, mas não, os Crippled Black Phoenix são das poucas bandas actuais que conseguem trazer de volta o que melhor se fazia de Rock Progressivo nos anos 70. “Fantastic Justice” é de um certo modo uma interdule ao separar as duas musicas mais épicas deste trabalho.

We Forgotten Who We Are” e a “Bastogne Blues” são as músicas-chave deste trabalho, alem de serem as duas com maior duração ao ultrapassarem os 10 minutos são as que melhor demonstram do que esta banda é capaz ao misturar Rock Progressivo com Post-Rock inovador, épico é mesmo a palavra que melhor descreve cada musica.

Como encerramento uma (enormíssima) cover de uma musica dos Journey da fase inicial da carreira em que faziam Rock Progressivo, só ao quarto 4º cd com a saída de Robert Fleischman e com a entrada de Steve Perry é que a banda chegou aos top’s te todo o mundo ao ir numa onda de Hard Rock e ao criar clássicos como "Any Way You Want It" e a "Don't Stop Believin'". "Of A Lifetime" foi a música escolhida para o pequeno tributo, retirada do primeiro cd da banda Californiana a música sofre pequenas mudanças, o som de guitarra torna-se mais limpo e a voz é cantada por uma senhora cujo nome é Charlotte Nicholls e que neste ultimo trabalho também toca violoncelo.

Para os interessados deixo aqui o link para o download:
http://www.mediafire.com/?7t8oiatssgrc9rh

domingo, 28 de novembro de 2010

Katatonia no Incrivel Almadense 26/11/10

Frio, bastante frio, foi o que marcou o dia do regresso dos Katatonia a Portugal desde a sua última vinda ao nosso país o ano passado na primeira edição do festival Vagos Open Air. Como dizia, o tempo com temperaturas a rondar os 10º graus fez-se sentir mas não foi uma barreira intransponível para os fãs de Katatonia, todos responderam á chamada, Incrivel Almadense cheio, muito convívio á porta e dentro do recinto e a banda não fez por menos e apresentou uma setlist sólida a passar por quase toda a discografia dando mais ênfase nos trabalhos mais recentes como o The Great Cold Distance de 2006 e o trabalho que vinha a ser apresentado, o Night Is the New Day que já data de 2009.

Como abertura nada melhor que retirar duas musicas do mais recente trabalho, a “Day and Then the Shade” e a “Liberation”, que conseguiu sacar os primeiros headbangs da noite foram as escolhidas, de seguida uma das mais aclamadas do reportório dos Katatonia, “My Twin”, vinda directamente do The Great Cold Distance, com esta a banda já tinha o publico na palma da mão ao ver muitos dos presentes a cantar a letra.

Com “Onward Into Battle”, “The Longest Year”, “Soil's Song”, cujo refrão levou muita gente á loucura e a “Omerta” tudo de seguida deu para umas viagens no imaginário. Em “Teargas” viu-se a boa disposição que a banda tinha a tocar as suas músicas, aliás, por toda a noite a banda foi sempre muito comunicativa e sempre tiveram a puxar pelo público. “Saw You Drown” e a “Idle Blood”, esta ultima mais parece um pequeno tributo aos grandes amigos da banda os Opeth, mantiveram toda a gente relaxada o suficiente para bombástica “Ghost of the Sun”, os headbangs foram muitos e a sorte dos presentes é que não haviam la os habituais jovens que tem vindo a estragar a maioria dos concertos de metal dos últimos anos.

“Evidence” e “Criminals” com o mesmo registo melódico/pesado da última musica a ser tocada continuaram a jornada deixada pela “Ghost of the Sun” ao manterem o concerto a reviver o registo Viva Emptiness de 2003, com a “July”, uma das músicas mais entoadas da noite ficou fechada a primeira parte do concerto. Para o encore a banda deixou “For My Demons”, “Forsaker” e a “Leaders” para um final de concerto em grande.

O guitarrista Per “Sodomizer” Eriksson, que também é o guitarrista dos Bloodbath foi sempre um dos elementos mais animados em cima do palco, sempre com boa disposição a puxar pelo publico e a fazer poses para os fotógrafos, no encore ao vir já sem tshirt deu para ver que ele é um fã de Merciful Fate graças á tatuagem no peito da capa do clássico Don't Break the Oath. Jonas Renkse na voz e Anders "Blakkheim" Nyström na guitarra são os membros fundadores dos Katatonia e também são membros dos Bloodbath foram das maiores estrelas da noite e Daniel Liljekvist na bateria e Niklas "Nille" Sandin no baixo completam a banda que deu um show do outro mundo, é para rever e para por na lista de melhores do ano.

1.Day and Then the Shade
2.Liberation
3.My Twin
4.Onward Into Battle
5.The Longest Year
6.Soil's Song
7.Omerta
8.Teargas
9.Saw You Drown
10.Idle Blood
11.Ghost of the Sun
12.Evidence
13.Criminals
14.July

Encore:
15.For My Demons
16.Forsaker
17.Leaders
Fotografias cedidas por: Andreia Silva

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Anathema no Tivoli 03/11/2010

Quando toda a gente pensava que o concerto seria sentado assim que a banda entra em palco o Jamie Cavanagh vira-se e diz na língua de Camões: 'DE PÉ', e claro, ninguém se fez de rogado e em poucos segundos já estavam toda a gente a bater palmas a acompanhar o ritmo da “Deep” através de palmas.

Muitas bandas deviam aprender com os Anathema no que toca a fazer uma tour de apresentação a um cd novo e mesmo assim conseguir fazer uma noite memorável, é so abrir o concerto com umas quantas musicas bem conhecidas do publico, depois a meio da noite toca-se o novo trabalho na integra e para fim o algumas musicas bem emblemáticas do repertório da banda, no caso dos Anathema ficou para o fim “Are You There?”, “Angelica” (musica que a banda deixou que o publico escolhesse) e para o fim a já mítica “Fragile Dreams”

Durante várias vezes da noite muita gente ainda se sentava mas tendo os Anathema musicas como “Empty”, “Flying” e “Universal” (que é provavelmente a melhor musica do novo registo e também uma das melhores a serem interpretadas na noite de ontem) é impossível ficar sentado.

Quanto á banda não há nada de mal a registar, Vincent Cavanagh continua a ser o líder desta grande banda e um grande musico, Daniel Cavanagh ficou encarregue da grande maioria dos solos e tal como o seu irmão Jamie Cavanagh no baixo tiveram a noite toda a puxar pelo publico fosse para acompanhar as musicas com palmas ou para cantar as letras juntamente com Vincent, quanto John Douglas e Les Smith, baterista e teclista respectivamente, não brilharam como brilhou o trio de irmãos mas a sua presença mesmo assim foi notória graças a alguns momentos de mini solos de piano e a técnica de Les Smith foi bem visível aos olhos dos presentes.

Durante a noite foi constante o agradecimento da banda ao publico, vê-se que são uma banda que sabe que o publico é importante para chegar ao topo, em muitas das musicas os irmãos pelo menos largavam os instrumentos e vinha á frente do palco bater palmas na direcção do publico que graças ao Tivoli esteve espalhado por diferentes pisos mas a banda nem essa gente esqueceu ao estarem constantemente a olhar e a apontar para esses mesmos pisos. Em relação ao Tivoli o próprio Vincent Cavanagh agradeceu á pessoa que os marcou para aquele espaço porque é definitivamente uma das salas de espectáculos mas lindas do pais.

Deep
Pitiless
Forgotten Hopes
Destiny Is Dead
Balance
Closer
A Natural Disaster
Empty
Lost Control
Destiny
One Last Goodbye
Panic
Temporary Peace
Flying
Thin Air
Summernight Horizon
Dreaming Light
Everything
Angels Walk Among Us
Presence
A Simple Mistake
Get Off, Get Out
Universal
Hindsight

Are You There?
Angelica
Fragile Dreams

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Enslaved - Axioma Ethica Odini

Eis que quando uma pessoa pensa que já foi feito tudo, principalmente dentro do Black Metal, eis que os Enslaved, depois um grande “Vertebrae”, voltam á carga com mais um grandioso registo, “Axioma Ethica Odini” define neste momento o que são os Enslaved, uma banda cujo passado pertence á história inicial do Black Metal mas que agora não tem medo de arriscar ao misturar Rock Progressivo com o seu Black Metal sempre mantendo um alto nível constante de qualidade e inovação sem perder a sua identidade.

Axioma Ethica Odini é o que se pode dizer como um upgrade de agressividade do trabalho anterior”, se forem ouvir um dos primeiros álbuns dos Enslaved e depois o “Vertebrae” e depois o “Axioma Ethica Odini” é mais que notaria a evolução e a tentação de um pequeno regresso ao passado neste ultimo trabalho, o “Vertebrae tem alguma falta de agressividade, algo que para uma banda de Black Metal é imperdoável, mas mesmo assim ficou um excelente registo, mas com “Axioma Ethica Odini” os Enslaved mostram ao mundo que eles são neste momento a melhor banda de Black Metal do mundo ao lado de uns Immortal ao serem das poucas bandas que conseguem inovar no estilo que gerou polémica na Europa no inicio dos anos 90’.

A atenção ao detalhe na composição de todas as músicas é simplesmente de génio, todas as músicas nos prendem de tal maneira que deixa-nos sempre a pensar como é que eles conseguiram este e aquele riff, ou como é incrível eles terem misturado dois tipos de vozes na perfeição, no Metalcore por exemplo é normal usar-se dois e ate mesmo três tipos de vozes mas são raríssimas as vezes em que a compatibilidade seja perfeita, ou a voz gutural é meio desleixada e muito forçada ou as vozes limpas afinal deviam ser guturais só mesmo para esconder a pobre voz do vocalista. No caso dos Enslaved dos últimos registos está tudo no lugar, as vozes guturais são valentes descargas de agressividade e as vozes limpas são do mais melódico que pode haver.

Este novo registo contem 9 músicas e de uma certa forma está partido ao meio pela pequena interlude de cerca de 2 minutos “Axioma”, pode ter sido posta estrategicamente para nos deixar respirar um bocado, é que as musicas conseguem manter uma pessoa sempre a ouvir á procura de algo de novo após cada audição, e o ir de puro Black Metal para uma voz melodia não é algo comum e quando acabamos de ouvir apenas dá vontade de voltar a ouvir tudo de novo.


Como inicio os Enslaved dão-nos “Ethica Odini”, uma das grandes bombas aqui apresentadas, começa com uma pequena sample de tempestades e depois parte para um riff que consegue por qualquer metaleiro a fazer headbang, nos refroes aparecem as primeiras vozes limpas intercaladas com vozes guturais deixando depois para o fim um minuto e mio de pura excelência e mestria tanto na bateria e voz e como “grand finale” um grandioso solo de guitarra de Ivar Bjørnson. Em “Raidho” e “Waruun” o que mais salta á vista é mesmo o trabalho de bateria, Cato Bekkevold mostra o melhor de si ao ir de momentos lentos e melancólicos para altas cavalgadas cheias de rapidez. A “The Beacon” e a “Giants” são as faixas mais “Doom” deste deste trabalho e que nos levam de volta aos trabalhos iniciais dos Enslaved como o registo de 1994, “Frost”. Para mostrar o grande trabalho de guitarras que os Enslaved são capazes nada melhor que a “Singular” cheia de riffs de encher o olho. “Night Sight” é o melhor exemplo de mistura de agressividade e melodia que os Enslaved têm vindo a fazer ao trazer grandes influências de Rock Progressivo e também psicadélico, e com a “Lightening”, uma faixa de puro Black Metal, é encerrado este registo que certamente irá ser muito reproduzido nos próximos anos, é um clássico instantâneo.

Quando uma banda lança um novo cd é normal um dos elementos dizer que é sempre o seu melhor trabalho, mesmo a dizer que foi feito o maior esforço para ser tal coisa mas lá no fundo é apenas mais um registo a juntar á discografia, no caso dos Enslaved, esta expressão é mesmo um facto, eles ao longo dos anos tem vindo sempre a elevar a fasquia, sempre a inovar e neste momento estão no topo da montanha mais alta do Black Metal, vai ser difícil para os Enslaved ou outra banda qualquer de Black Metal fazer essa escalada toda novamente, nota final: 9.7

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Opeth - In Live Concert at the Royal Albert Hall

Para celebrar 20 anos de carreira não há nada melhor do que lançar um dvd ao vivo numa mítica sala de espectáculos Londrina, Royal Albert Hall já foi usado para mais de 150 mil eventos, incluindo concertos dos mais vários estilos de música que vai desde o rock ao pop até á clássica, também já recebeu conferências, danças de salão, recitais de poesia, maratonas, ballet, ópera, circo, boxe, entre muitos outros espectáculos.

De concertos de música já lá passaram entre outros Bob Dylan, Clearance Clearwater Revival, Camel e Deep Purple sendo estas duas últimas bandas as homenageadas do momento ao vermos o artwork da capa deste novo lançamento dos Opeth ser uma réplica perfeita do lançamento de 1969 “Concerto for Group and Orchestra” em que os Deep Purple tocaram com a Orquestra Filarmónica Real. E no que toca aos Camel, quando a banda foi la tocar em 1975 no final da noite eles tiraram uma foto numa das escadarias que dá acesso ao recinto e os Opeth recriaram esse mesmo momento.

Com “In Live Concert at the Royal Albert Hall” os Opeth trouxeram algo de único que ainda não tinha sido ouvido e tocado naquela sala, músicas rápidas, obscuras e claro, vozes guturais, algo que ninguém em 1871 sequer teria imagino que iria acontecer algo do género naquele recinto aquando da sua construção.

Através deste novo lançamento, os Opeth celebram junto com os fãs uma carreira de 20 anos ao mais alto nível e graças a 9 albums do melhor que há dentro do Death/Prog Metal eles neste momento são uma das bandas mais respeitadas dentro do panorama metaleiro. Como celebração os Opeth decidiram dar um concerto cuja duração ultrapassa as duas horas e meia e para encher esse tempo todo eles decidiram pegar no muito adorado e também o muito provável melhor álbum da sua carreira, o Blackwater Park e tocaram-no na íntegra, e como segunda parte do concerto nada melhor que uma passagem por todos os cds da carreira ao ser retirada uma música de cada um.

A edição especial é repartida em 2 dvds e 3 cds, está repartido assim porque ambos os dvds tem qualidade de imagem máxima e som 5:1, no primeiro dvd temos a representação na integra do Blackwater Park juntamente com uma entrevista de 42 min com Mikael Åkerfeldt sobre a banda, questões pessoais, experiencias ao longo da vida, é mesmo algo que merece perder uns minutos a ser visto, e no segundo disco temos a banda a fazer uma retrospectiva na carreira e no final temos um documentário sobre a tour, em que vemos os ensaios antes dos concertos, os meet and greets com os fãs, no concerto na Alemanha num dos meet and greet esteve la uma mulher que vinha do Japão so para ir ve-los, claro que isso deixou a banda surpreendida ao ver alguém fazer uma viagem tão grande só para vê-los. Quanto aos cds de áudio o primeiro contem tal como no dvd o Blackwater Park a ser tocado na integra, os outros dois cds cada um recebeu 4 musicas devido á longa duração das musicas.

Na actuação da banda não há assim nada de mau a registar, todas as musicas são interpretadas na perfeição, apenas um ou dois solos são meio diferentes do que é conhecido dos cds, e os guturais do Mikael no inicio estão meio fracos, não tem aquela potencia característica dele mesmo mas com o passar do tempo isso desaparece logo e o seu melhor vem logo ao de cima.

No que toca ao concerto, durante a apresentação do Blackwater Park não houve quase nenhuma interacção com o público, a ordem das músicas todas as pessoas presentes já o sabiam por isso a banda tocou tudo de seguida e reservou as conversas para a segunda parte á medida que se ia apresentando as musicas.

Pelo meio das actuações, Mikael Åkerfeldt no seu melhor, mostra que no fundo alem de saber escrever e compor músicas épicas ele também tem algumas pontas de humor e de vez em quando manda ao ar umas quantas notas de brincadeira, no final da Forest Of October o Mikael vira-se para o publico e começa a falar que estao a gravar um dvd de aniversario e depois dá um toque de humor ao seu discurso, “The problem with this film is that metal people are so fucking ugly, you could fix your fucking air please.. cunts.. there’s a lot of things i want to say because it’s the first time it is said in here, and blast beats eventually it will be the first time, definitely the vocals, actually we are bringing Death Metal into the walls of this fine culture”, depois uma pessoa do publico berra “..play Blackwater Park..”, e o Mikael como sempre diz logo o que lhe vem á cabeça, “No, we ain't gonna play that shit again”, e depois para ajudar na introduçao das blast beats num recinto elegante nada melhor que tocar a Advent (retirada do Morningrise) que tem basicamente uma das melhores intros que os Opeth já fizeram.



Após a excelente interpretação da “The Moor”, que é retirada do muito aclamado “Still Life”, Mikael Åkerfeldt recorda com foi a vida dos Opeth depois desse lançamento, certo dia um musico/produtor de seu nome Steven Wilson (vocalista e líder da banda de Prog Rock Procupine Tree) entrou em contacto com os Opeth, “In my little clammy flat where i was eating clam meat and smoking all the time, somebody gave me a computer i think, and i got an email from - cof cof - Steven Wilson (publico delira) who said that.. you guys are the greatest band of all time, you are the most genius songwriter and Porcupine Tree wouldn’t be around if wasn’t for Opeth.. i was like, Steve, shut the fuck up.. but no, i was a massive Porcupine Tree fan at the time, we hooked up, had dinner, and.. kissed”, ele depois menciona que o Steven ajudou a produzir o Blackwater Park e como a banda ja tinha tocado o cd na integra eles passaram para o próximo, o “Deliverance”, que também foi produzido pelo Steven, desse cd a banda foi buscar a magistral “Wreath”.

Pelo meio foram feitas umas perguntas para os fãs mais die hard: “How many have fucked at Opeth music?.. jerk off?”

Do “Damnation” foram buscar a “Hope Leaves”, do “Ghost Reveries” foi tocada a soberana “Harlequin Forest” e para encerrar a noite foi tocada a “The Lotus Eater” que foi retirada de um dos melhores cds de 2008, “Watershed”.

Eu pessoalmente preferia uma segunda set diferente mas ninguém pode ter o que quer, mas este lançamento ate acaba por ser o melhor registo dos Opeth ate á data porque devido á sua longa extensão e diversidade de temas consegue agradar a todos os fãs de Opeth.

Para quem é fã é mesmo um artigo para obter obrigatoriamente, eu já juntei ao resto da minha colecção dos Opeth.