Só estão os que gostei mais, está por preferência:
Judas Priest
Dream Theater (Coliseu de Lisboa)
Testament
Arch Enemy
Moonspell (Hard Rock no dia 11 de Outubro)
Machine Head
Lamb Of God
Mastodon
Switchtense (os dois que deram no Alquimista)
RAMP (Music Box)
Angelus Apatrida
Metallica (so vi 40 min do concerto mas do que vi gostei)
Echidna (no Alquimista)
Os melhores momentos para mim foram ter ouvido a enormíssima Practice What You Preach e a excelente Painkiller ao vivo (já posso morrer feliz), o Halford ter oferecido o refrão da Breaking The Law ao publico e o outro grande momento foi ter ouvido os Switchtense no Alquimista terem tocado na perfeição a Cowboys From Hell dos Pantera, foi a puta da loucura.
Não incluo o concerto dos AC/DC porque infelizmente não fui, eu acredito que possa ter sido o espectáculo do ano - não digo melhor concerto porque os AC/DC são como os Kiss, são uma banda mais de espectáculo do que a dar um concerto propriamente dito, porque se formos a ver bem as musicas todas da banda são quase todas iguais e sem o espectáculo toda da pirotecnia, etc, aquilo não seria assim algo de grandioso (isto é o meu ponto de vista) PS: eu gosto de AC/DC e Kiss - mas para mim o acontecimento/concertos do ano foi o Priest Feast, muitos podem não concordar comigo mas meter três monstros, que qualquer um poderia ser o cabeça de cartaz naquele dia, na mesma jaula num país como Portugal é um caso quase impossível hoje em dia, o mais perto disto foi o ano passado quando tivemos ca Iron Maiden e Slayer no SBSR.
Gostava de ter ido ao Vagos Open Air mas infelizmente não fui, pelo que me disseram Cynic partiu aquilo tudo, Opeth no Porto também estava na minha lista, já tinha preços dos transportes etc tudo planeado mas devido a problemas de ultima hora não deu mesmo pa ir, la terei de adiar o meu primeiro concerto dos Opeth (juntamente com os Iron Maiden são as minhas bandas preferidas e que tenho tudo de ambas, cd’s, dvd’s, algumas tshirt’s, IM já vi 2 vezes, Opeth po ano quem sabe..), também era para ter ido ao que ia ser um dos melhores concertos de Thrash do ano Bonded By Blood e Fueled By Fire em Cacilhas mas foi cancelado. Municipal Waste em Corroios disseram-me que foi o mosh do ano e eu em casa com febre -_-. Épica foi adiado. Caos Emergente e Ermal tinham muitas bandas que adorava ver, as principais seriam Behemoth e Blind Guardian em cada festival respectivamente, mas infelizmente.. u lad. ()ged Sevenfold no dia dos Iron Maiden por isso fiquei ali na minha, nao e também houve muitos outros concertos e festivais que não pude ir porque ou era devido á logística ou porque era devido ao trabalho.
Não me importo em dizer que estive no SBSR Lisboa, o tipo de musica que la passa não passa normalmente nos meus ouvidos mas ate nem foi mau, foi péssimo, The Killers, sinceramente não percebo o entusiasmo em torno desta banda, riff’s iguais de musica pa musica, batidas do mais básico que há, tira-se os efeitos de luz no fundo e os concertos não tem nada de especial, não vejo ali assim muita qualidade capaz de encher estádios como muita gente diz, se não fosse as musicas a passar nos anúncios de tv eles não iriam longe, para provar o que eu disse bastou-me ver na Fox o Saturday Night Live, os Killers foram la tocar so que não tinham os efeitozinhos todos que costumam ter nos seus concertos, os elementos da banda nem se mexiam (tal como no sbsr), o vocalista estava sempre a mexer os braços no ar a fazer sabe-se la o quê e porquê (tal como no sbsr) e ao ver-se aquilo parecia uma banda de garagem que tinha acabado de gravar o seu primeiro EP e que tinha ido á tv para ganhar uns fãs.. Quanto á Duffy, oh my lord, não sei se era do frio da noite mas ela tinha a voz muito rouca e ela também podia mexer-se um pouquinho mais, ela esteve sempre no mesmo sítio. Mando Diao, neste banda sim existe muita falta de originalidade, quase todas as musicas começavam da mesma forma, batida de bateria (na maioria das vezes eu ate pensava que estavam a repetir a musica anterior..) que depois é acompanhada com uns riffzinhos de guitarra, a energia é muita mas a qualidade não se encontra presente. Brandi Carlile, pop/rock simples com umas covers á mistura, eu como não estava para muita festa foi dela que mais gostei. The Walkmen e Bettershell, musica muito basica mas já se sabia o que viria ai com o tipo de publico presente e o cartaz apresentado.
O momento mais estúpido do ano foi certamente o que aconteceu no Rock One onde os My Bloody Valentine receberam lenços brancos da parte de uns espectadores cujas cabeças estão vazias para alem de gostarem de merda como Offspring também não sabem respeitar outras bandas. Quando se vai a um festival apanha-se sempre algo que não gostamos mas porra, temos de ter respeito, o ano passado não gostei de apanhar com Avenged Sevenfold no dia dos Iron Maiden por isso fiquei ali na minha, não incomodei nenhuma fã histérica que tivesse ao meu lado.
Antes de acabar ainda tenho de mencionar isto, a que foi Frase do Ano nos concertos:
“Quando acabar o concerto depois empresta-me o dvd porque eu não consigo ver nada”
Isso aconteceu no concerto dos Dream Theater no Coliseu de Lisboa, na parte lateral do palco as pessoas podem estar sentadas e a assistir nas calmas aos concertos so que um filho da p*** qualquer armado em bom decidiu ir para ali pôr-se aos saltos o que é que aconteceu, o gajo ao fazer aquilo conseguia tapar a vista a umas 50 pessoas, durante o concerto todo um homem que estava atrás de mim (que por sinal era mais baixo que eu, mas eu não lhe tapava a vista) esteve sempre a pedir ao gajo pa se baixar, o jovem baixava-se mas segundos depois la ia ele.. ate que chegou uma altura em que o homem perdeu a paciência e mandou-lhe com a boca que já referi, a malta toda ali em redor ouviu e partiu-se tudo a rir, o jovenzinho sem miolos baixou logo a bolinha.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Cd's de 2009
Tivemos um ano em grande sem dúvida, tivemos o grandioso trabalho dos dois bateristas e dos três vocalistas dos Kylesa, o excelente ambiente “doomesco” dos Minsk, o Sludge puro dos Baroness, a técnica apurada dos Gorod, o trabalho conceptual dos Mastodon, a brutalidade extrema dos Behemoth, dos Nile e dos Converge, os Paradise Lost e os Epica com o seu estilo que funde o Doom Metal, o Death Metal e o Gothic Metal. Também houve o regresso ao passado da parte dos Arch Enemy, o Post-Rock dos Japoneses Mono para o relax, a loucura dos Municipal Waste, o rock alternativo dos Dinosaur Jr. e dos Wavves, o Hard Rock da super banda Them Crooked Vultures e muitos outros registos de grande qualidade, mas de tudo o que ouvi o dos Kylesa é aquele que mais de fez ficar viciado, não tem momentos mortos, ta sempre a bombar, é um vicio enorme, só o inicio com o solo das duas baterias dá logo a entender que o que vai sair dali é algo único, quem não conhece que ouça, este conselho não é dirigido só à malta do metal, é dirigido a todos os amantes de musica.
A nível nacional tivemos o Death/Thrash sempre a arrebentar dos Switchtense, o regresso dos RAMP e dos Desire é sempre bem-vindo, Process of Guilt com um belo registo de Doom Metal e Bizarra Locomotiva com o seu Rock Industrial marcam certamente o peso deste ano e o The Legendary Tiger Man com as suas diversas participações fecha bem o ano com o seu rock alternativo.
Esta lista não é uma lista de melhores do ano porque isso é algo que ninguém pode decidir porque ninguém ouve tudo o que sai num ano, isto é uma lista dos cd’s que mais gostei de ouvir entre dezenas de grande registos que tive o prazer de ouvir.
Não tem ordem de preferência.
Entre parêntesis são a minha faixa preferida de cada cd:
Internacional:
Minsk - With Echoes In The Movement Of Stone (Means To An End)
Kylesa - Static Tensions (Only One)
Gorod - Process of a New Decline (Programmers of Decline)
Dream Theater - Black Clouds & Silver Linings (The Best of Times)
Mastodon - Crack the Skye (Divinations)
Baroness - Blue Record (A Horse Called Golgotha)
Mono - Hymn to the Immortal Wind (Ashes in the Snow)
Municipal Waste - Massive Aggressive (Relentless Threat)
The Mars Volta - Octahedron (Teflon)
Behemoth - Evangelion (Daimonos)
Pearl Jam - Backspacer (The Fixer)
Converge - Axe to Fall (Dark Horse)
Arch Enemy - The Root Of All Evil (The Immortal)
Isis - Wavering Radiant (Hand of the Host)
Paradise Lost - Faith Divides Us/Death Unites Us (Last Regret)
Between the Buried and Me - The Great Misdirect (Swim To The Moon)
Dinosaur Jr. - Farm (I Don't Wanna Go There)
Epica - Design Your Universe (Resign To Surrender)
Them Crooked Vultures - Them Crooked Vultures (Scumbag Blues)
Immortal - All Shall Fall (Norden On Fire)
Nile - Those Whom The Gods Detest (4th Arra of Dagon)
Austrian Death Machine - Double Brutal (I Need Your Clothes, Your Boots, And Your Motorcycle)
Alice in Chains - Black Gives Way to Blue (Private Hell)
Wavves - Wavvves (So Bored)
Obscura - Cosmogenesis (Anticosmic Overload)
Agoraphobic Nosebleed - Agorapocalypse (Question of Integrity)
Nacional:
Bizarra Locomotiva - Album Negro (Remorso)
Process of Guilt - Erosion (Corrosion)
Switchtense - Confrontation Of Souls (The Gallery Of Horrors)
RAMP - Visions (Blind Enchantment)
Desire - Crowcifix EP (White Falling Room)
Simbiose - Fake Dimension (Can´t Understand)
Prayers Of Sanity - Religion Blindness (Waiting On Death Row)
The Legendary Tiger man - Femina (É dificil de escolher porque como tem participações de diferentes artistas cada musica tem a sua própria energia)
Quanto aos Megadeth, em relação á voz do Mustaine continuo a não gostar da voz do homem, é muito estranha, há quem goste da voz do homem, eu não, são gostos, quanto á parte instrumental está (demasiado) cheia de riff’s, na maioria das musicas parece que a banda está a fazer uma jam session, ou seja, muitos improvisos que não chegam a dar a algumas musicas um som único, os solos de guitarra repartidos pelo Mustaine e pelo novo guitarrista Chris Broderick estão todos muito bem conseguidos mas o cd no geral ta meio estranho. Lamb Of God é tipo Muse, a fama subiu-lhes á cabeça, depois do magistral Sacrament a formula de tal receita parece que foi roubada, muito fraco a meu entender. Rammstein é a mesma história, desde o Mutter que vinham a fazer grandes cd’s cheios de energia, agora neste ultimo a loucura que lhes era característica nas suas musicas electrizantes parece que desapareceu.
A nível nacional tivemos o Death/Thrash sempre a arrebentar dos Switchtense, o regresso dos RAMP e dos Desire é sempre bem-vindo, Process of Guilt com um belo registo de Doom Metal e Bizarra Locomotiva com o seu Rock Industrial marcam certamente o peso deste ano e o The Legendary Tiger Man com as suas diversas participações fecha bem o ano com o seu rock alternativo.
Esta lista não é uma lista de melhores do ano porque isso é algo que ninguém pode decidir porque ninguém ouve tudo o que sai num ano, isto é uma lista dos cd’s que mais gostei de ouvir entre dezenas de grande registos que tive o prazer de ouvir.
Não tem ordem de preferência.
Entre parêntesis são a minha faixa preferida de cada cd:
Internacional:
Minsk - With Echoes In The Movement Of Stone (Means To An End)
Kylesa - Static Tensions (Only One)
Gorod - Process of a New Decline (Programmers of Decline)
Dream Theater - Black Clouds & Silver Linings (The Best of Times)
Mastodon - Crack the Skye (Divinations)
Baroness - Blue Record (A Horse Called Golgotha)
Mono - Hymn to the Immortal Wind (Ashes in the Snow)
Municipal Waste - Massive Aggressive (Relentless Threat)
The Mars Volta - Octahedron (Teflon)
Behemoth - Evangelion (Daimonos)
Pearl Jam - Backspacer (The Fixer)
Converge - Axe to Fall (Dark Horse)
Arch Enemy - The Root Of All Evil (The Immortal)
Isis - Wavering Radiant (Hand of the Host)
Paradise Lost - Faith Divides Us/Death Unites Us (Last Regret)
Between the Buried and Me - The Great Misdirect (Swim To The Moon)
Dinosaur Jr. - Farm (I Don't Wanna Go There)
Epica - Design Your Universe (Resign To Surrender)
Them Crooked Vultures - Them Crooked Vultures (Scumbag Blues)
Immortal - All Shall Fall (Norden On Fire)
Nile - Those Whom The Gods Detest (4th Arra of Dagon)
Austrian Death Machine - Double Brutal (I Need Your Clothes, Your Boots, And Your Motorcycle)
Alice in Chains - Black Gives Way to Blue (Private Hell)
Wavves - Wavvves (So Bored)
Obscura - Cosmogenesis (Anticosmic Overload)
Agoraphobic Nosebleed - Agorapocalypse (Question of Integrity)
Nacional:
Bizarra Locomotiva - Album Negro (Remorso)
Process of Guilt - Erosion (Corrosion)
Switchtense - Confrontation Of Souls (The Gallery Of Horrors)
RAMP - Visions (Blind Enchantment)
Desire - Crowcifix EP (White Falling Room)
Simbiose - Fake Dimension (Can´t Understand)
Prayers Of Sanity - Religion Blindness (Waiting On Death Row)
The Legendary Tiger man - Femina (É dificil de escolher porque como tem participações de diferentes artistas cada musica tem a sua própria energia)
Quanto aos Megadeth, em relação á voz do Mustaine continuo a não gostar da voz do homem, é muito estranha, há quem goste da voz do homem, eu não, são gostos, quanto á parte instrumental está (demasiado) cheia de riff’s, na maioria das musicas parece que a banda está a fazer uma jam session, ou seja, muitos improvisos que não chegam a dar a algumas musicas um som único, os solos de guitarra repartidos pelo Mustaine e pelo novo guitarrista Chris Broderick estão todos muito bem conseguidos mas o cd no geral ta meio estranho. Lamb Of God é tipo Muse, a fama subiu-lhes á cabeça, depois do magistral Sacrament a formula de tal receita parece que foi roubada, muito fraco a meu entender. Rammstein é a mesma história, desde o Mutter que vinham a fazer grandes cd’s cheios de energia, agora neste ultimo a loucura que lhes era característica nas suas musicas electrizantes parece que desapareceu.
sábado, 2 de janeiro de 2010
domingo, 6 de dezembro de 2009
Arch Enemy no Incrivel Almadense 04/12/09
Arch Enemy alem da puta da loucura aquilo foi tipo uma reunião de malta de diferentes idades que gosta mesmo de musica pesada e ao olharmos de um lado para o outro via-se algum pessoal famoso, tínhamos o António Freitas, o Jó (vocalista dos Theriomorphic), ainda me lembro de ter la visto mais uns quantos músicos de diferentes bandas desta nova onda de bandas portuguesas. Grande prestação da parte dos Arch Enemy, sempre a puxar publico e o publico claro respondeu no seu melhor, grandes mosh’s bem feitos sempre a arrebentar (nada de mariquices como se viu no Alive..), corpos e sangue a voar, a meio daquilo torci o tornozelo e sai pa descansar, assim que começou a We Will Rise (musica do coração) já não me doía por isso la fui po resto do concerto, resultado: fiquei uma semana a coxear, foi uma grande noite no Incrível Almadense. Aproveito o momento para dizer uma pequena nota, neste concerto perdi lá a minha carteira e tive a felicidade de um gajo a ter apanhado e teve a paciência de andar a telefonar para as operadoras moveis a perguntar de alguma tinha o meu nº e umas horas e umas viagens depois consegui reaver a minha carteira com tudo la dentro, o que eu apenas quero dizer é que se alguém alguma vez acharem uma carteira ou um telemóvel, etc de alguem num concerto, não sejam uns filhos da p*** e entreguem o que acharem.
01. Intro (tape)
02. The Immortal
03. Revolution Begins
04. Ravenous
05. Blood on Your Hands
06. My Apocalypse
07. Demonic Science (sem o solo final)
08. Dead Eyes See No Future
09. Drum solo
10. I Will Live Again
11. Bury Me An Angel
12. Taking Back My Soul
13. Guitar Solos
14. Dead Bury Their Dead
15. We Will Rise
16. Snowbound
17. Nemesis
18. Fields of Desolation (instrumental)
Agora ja é um bocado a roubar, por isso peço desculpa aos autores do blog, mas eu gosto muito das fotografias que eles tiraram:
Fotos do concerto
01. Intro (tape)
02. The Immortal
03. Revolution Begins
04. Ravenous
05. Blood on Your Hands
06. My Apocalypse
07. Demonic Science (sem o solo final)
08. Dead Eyes See No Future
09. Drum solo
10. I Will Live Again
11. Bury Me An Angel
12. Taking Back My Soul
13. Guitar Solos
14. Dead Bury Their Dead
15. We Will Rise
16. Snowbound
17. Nemesis
18. Fields of Desolation (instrumental)
Agora ja é um bocado a roubar, por isso peço desculpa aos autores do blog, mas eu gosto muito das fotografias que eles tiraram:
Fotos do concerto
domingo, 22 de novembro de 2009
Mosh Pit em Cannibal Corpse, como será?
Aguentar um moshpit num concerto de Cannibal Corpse é preciso ter tomates.
Mas ser tetraplégico e estar numa cadeira-de-rodas e ir na mesma para um pit é porque se tem um belo par:
The Gauntlet
Mas ser tetraplégico e estar numa cadeira-de-rodas e ir na mesma para um pit é porque se tem um belo par:
The Gauntlet
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